Prefeito e Vereadores participam de reunião que discute PNE

A primeira atividade foi a palestra “Plano Nacional de Educação e a Conferência Nacional de Educação”, Ministrada pelo secretário-executivo adjunto do Ministério da Educação (MEC) e coordenadora do Fórum Nacional de Educação no MS, Maria José Telles Franco Marques.

 

A palestrante falou sobre a realização das conferências municipais e estaduais de educação, que subsidiarão a Conferência Nacional. As discussões também podem ser realizadas em conferências livres, realizadas por quaisquer instituições que atuem no campo da comunicação ou áreas correlatas.

 

A discussão servirá de subsídio para o novo Plano Nacional de Educação, que está em discussão no Congresso Nacional. De acordo com o secretário-executivo do MEC, há diversos pontos polêmicos no plano. Prova disso é que o projeto ainda está na primeira das três comissões pelas quais tem que passar no Senado Federal, embora já esteja em tramitação há dois anos e quatro meses.

 

Uma dessas polêmicas diz respeito ao financiamento da educação. O presidente da câmara vereador Edio Antonio Resende de Castro lembrou que importante a união em prol da elaboração do documento de Maracaju, “nesse processo discute-se o percentual do PIB que deve ser investido na área e a origem desses recursos. Outro ponto fortemente discutido é a avaliação, em especial na educação básica, aqui é importante a união de sindicato, trabalhadores da educação uma aproximação de todos, para que surjam ideias que se estabeleça um modelo mais amplo, de melhorias para nossa educação” disse.

O prefeito Maurílio Azambuja lebrou que esse é um momento importantíssimo, o Brasil não tem um PNE válido, visto que o último teve vigência no período de 2000 a 2010. A avaliação do Plano Nacional de Educação anterior é justamente uma das bases para a elaboração do novo documento. “Nesse sentido pontos que considerados hoje defasados no contexto atual da educação nacional, as mudanças na legislação relativa ao tema e a importância da mobilização social precisa da participação de vocês, que fazem parte da nossa educação” explicou.

 

Uma das principais mudanças conceituais apontadas pela professora do MEC é que o novo PNE não terá um foco específico, como as versões anteriores. Para ela, o foco no ensino fundamental existente no último plano criou gargalos em outras áreas. “Nosso objetivo é desenvolver a educação como um todo, desde a creche até a pós-graduação”, explicou.

 

Hosana de Lourdes

Fotos Thaise Dias

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